Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens

domingo, 18 de maio de 2014

"Eu hoje joguei tanta coisa fora...

...Eu vi o meu passado passar por mim
Cartas e fotografias, gente que foi embora
A casa fica bem melhor assim..."

E como fica...

Arquivei muito texto besta do blog porque é sobre gente que foi embora e a casa fica bem melhor assim. E fiquei muito tempo sem escrever aqui porque tava [e ainda tô] pensando em que rumo tomar, que destino dar pra esse blog, pra minha carreira, pra minha vida...

Conselho velho e que demorou pra ser assimilado, por mais que soe como clichê facebookiano, a gente precisa MESMO abrir espaço pra coisas novas [e boas] acontecerem, pra pessoas novas chegarem.

E foi quando eu me livrei de toda a bad vibe, de todas as falsas esperanças, de todo o peso morto, de todas as falsas demonstrações de afeto...

...Quando deixei de questionar a existência, quando deixei de procurar, quando me resignei a esperar e torcer pra que existisse e pra que chegasse logo...

...Ele chegou. E ficou. E faz pouquíssimo tempo, mas já testei tanto a paciência dele, e já cobrei tanto, e já briguei, já chorei, já tive ciúmes, já fui dormir emburrada...Que Cortázar que me desculpe, mas dessa vez, e não é por falta de tentativas, ele não renuncia a mim, não. Pelo contrário. Nunca antes na história desse país eu usei uma dessas, ó:


E desde então os dias tem sido mais leves, as manhãs mais gostosas com mensagens e telefonemas de "bom dia"; os fins de semana mais manhosos, com sexo e gordices e Red Dead Redemption. E as despedidas sempre chatas, com algumas lagriminhas e sms "já tô com saudade" assim que a gente passa a catraca da estação.

Toda a pieguice que eu sempre quis, somadas às putarias que não podem faltar, à preguiça que me acompanha (e, thank God, a ele também), ao companheirismo que me fazia falta e, CLARO, ao amor que demorou mas finalmente me achou. Sabe aquele papo do "Beijo na testa e gozada na cara"? Pois é. Dá pra acreditar que ele existe e que tá comigo? Não, né? Também custo a acreditar que é verdade, MAS É.

SIM, EU AMO.

Depois conto aqui como foi, como está sendo, como a gente imagina que será...

Enquanto isso, eu estudo pras provas e ouço músicas fofoletes com saudade dele. E pasmem: dessa vez, a saudade, o amor, tudo mais...é recíproco.



segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Domingos com Roberto

Fim de ano é tempo de chocotone, comidas legais, festa da firma, amigo secreto...E Especial de Natal do Roberto Carlos.

Nem sempre o Roberto foi esse cara chato que ele é hoje. Ou foi, sei lá, mas não tanto quanto hoje. As músicas antigas dele, algumas em parceria com o grande Erasmo Carlos, são muito legais (algumas, pelo menos).

E a primeira vez que me dei conta disso foi há uns anos, quando meu pai encontrou por acaso numa loja um cd, remasterização de um álbum antigo do rei: "Roberto Carlos - O Inimitável".


Disco de 1968, com 12 faixas, das quais só 4 são em parceria com o Erasmo. E lá estava meu pai ouvindo Roberto Carlos a todo volume, como ele fazia todos os domingos, quando ouvi essa daqui:


- Pai, toca de novo essa música?
- Ih, tá apaixonada...
- Ai, pai...


Depois disso, prestando mais atenção nesses discos antigões do Rei Roberto, achei mais coisa legal, principalmente no álbum de 1967, "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura". A CLÁÁÁÁSSICA "Como é Grande o meu Amor por Você" é desse disco:


E essa daqui, "É Tempo de Amar", é fofinha por causa dos versos "Deixe de ser triste assim/Esqueça o que passou/Esqueça que você chorou/ Carinha de tristeza não lhe fica bem..."



Ainda no mesmo disco, essa que eu adoro: "Folhas de Outono". "Ainda nela eu penso/Com muito carinho/As folhas vão caindo/E eu choro baixinho...". Muito amor.


E finalmente, a música que seria meu tema se eu fosse protagonista de novela do Manoel Carlos. Atenção para os versos: "Não vai ser fácil, eu bem sei/ Eu já procurei/ Não encontrei meu bem/ A vida é assim/ Eu falo por mim/ Pois eu vivo sem ninguém...". Awn.


Optei por ficar só nas baladinhas, mas o Roberto também tem uns "rock" no currículo. Quem acha que RC é só "Detalhes" e "Esse Cara Sou Eu" tá por fora, bicho.

Também passei domingos com Raul Seixas, Nelson Gonçalves e Luiz Gonzaga. Falo de cada um deles aqui posteriormente.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Cry to me



Gosto muito dessa música, uma das faixas da trilha sonora do filme "Dirty Dancing" (1987). E sim, sou louca pelo filme também.

Mas quando tava procurando por ela pra tirar uma dúvida (sei lá de onde tirei que era o Otis Redding que cantava), achei essa versão da Duffy e...♥



quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Beijo na testa e gozada na cara

Sou um amontoado de citações, letras de música e falas de comédias românticas água-com-açúcar dos anos 90.

Sou 30 anos de clichês românticos.

Mesmo com tanta coisa acontecendo no mundo real, tanta coisa que me afeta diretamente, tenho me refugiado nos filmes que marcaram minha adolescência pra tentar entender o motivo pelo qual eu sou assim: essa bagunça temperamental da qual todos fogem, que todos evitam, a qual todos irrita com cobranças e questionamentos e desconfiança.

Passei os últimos dias tentando encontrar palavras pra descrever como é, como eu raciocino com esse meu jeitinho todo especial de foder com a porra toda e chego a conclusões estapafúrdias (adoro essa palavra), conclusões essas que, na boa?, você não vai conseguir abalar sequer um pouco, não importa o argumento que use. Taí uma coisa que sempre dizem de mim: que sou cabeça dura, e que quando implico, quando cismo que as coisas são do jeito que penso que são, já era. Uma amiga minha me chama carinhosamente de "concretinho" por causa disso. Aí eu assisti aos meus filmes românticos, chorei, ouvi as músicas das trilhas milhares de vezes, escrevi, postei trechos dos filmes...E o post ficou gigante. Desisti de tentar terminar.

Desisti de tentar explicar, na verdade. Explicar pra quem? Pra quê? Todo cara com quem me envolvi nos últimos tempos deve dar graças aos deuses por ter se livrado de mim. E nessas de querer entender o porquê que isso acontece, fui atrás de pistas nos filmes. Por que os filmes? Porque num comentário no outro blog, um cara disse que sou romântica, por isso meu desconforto em constatar que o "amor-tesão" como ele coloca, não anda junto necessariamente com o "amor-romântico". E que somos induzidos a acreditar na fórmula amor-rômantico + amor-tesão por causa dos milhares de filmes e séries e novelas que consumimos ao longo da vida.

Eis o comentário do leitor:

"Barbara, acho que você mesma apontou a conclusão. Você é romântica, como a maioria das pessoas de nossa época e lugar. No modelo de amor do romantismo, que predomina nossa sociedade, amor e paixão são conceitos indissociáveis. Há quem o chame de "amor-paixão" Procuramos Um Grande Amor, A Metade da Laranja; e essa pessoa deve necessariamente aquela por quem sentiremos O Grande Tesão, uma atração irresistível. Mas será mesmo que as pessoas por quem sentimos O maior Tesão, é a mesma com quem queremos compartilhar uma casa, criar uma criança juntos? Na vida "vida real", nosso carinho, companheirismo, cuidado mútuo - características que atribuímos ao Amor - muitas vezes estão dissociados com tesão, desejo, fetiche, paixão da mesma forma que no modelo romântico. A grande questão é que temos poucos referenciais de amor que não se enquadre no modelo romântico. A maioria dos filmes, seriados, novelas - que servem de modelo para nosso comportamento social - seguem a linha romântica. Daí a dissociação entre o que esperamos sentir e o que verdadeiramente sentimos; gera um descompasso, um desconforto..."

Quando se está escrevendo sobre putaria, você quer ser chamada de tudo, menos de romântica. Mas a verdade é que eu sou, sim. E meu alterego putanheiro falhou estrondosamente em disfarçar isso. Foi então que me dei conta que, de fato, novelas e filmes e séries e músicas, tudo isso serve "de modelo pro nosso comportamento social", o que não quer necessariamente dizer que são só mentirinhas, historinhas fofinhas que servem pra tornar nossa vida menos filha da puta. Ou são e eu sou trouxa? Falando assim, soa como se eu ainda acreditasse em Papai Noel, sei lá. Aí eu pensei: "Por que não assistir de novo a comédia romântica referência total da minha adolescência e ver se ainda acredito em tudo que tá lá? E eu procurei, achei e assisti. E quase não parei mais de chorar.


Ainda tá tudo lá: todos os problemas de autoestima da protagonista, a idealização do amor-romântico, a dor da rejeição...Tudo com o que eu me identifiquei quando tinha, sei lá, 13, 14 anos tá lá. E o pior: eu ainda me identifico. Talvez, mais do que nunca.

E eu fiquei pensativa, e bebi tudo o que tinha em casa, e chorei, e ouvi Nessun Dorma (que toca no fim do filme) milhares de vezes. E desde então, toda noite tenho assistido um filme da década de 90 cujas referências românticas tornaram minha vida amorosa essa tragicomédia cheia de lugares-comuns e frases feitas.

E querem saber? FODA-SE. Eu sou romântica. Eu quero um Gregory Larkin, que repare nas minhas manias mais bobas e me ache adorável ao invés de doida. Ainda melhor: quero um Mark Darcy, que goste de mim do jeito que eu sou e de quem eu não precise esconder meus "wobbly bits". 


Quero alguém com quem eu possa conversar sobre tudo, e o tempo passe tão rápido que a gente nem se dê conta de estamos falando há horas. Quero um "Antes do Amanhecer". 


Quero alguém que goste de mim do jeito que eu sou, alguém que saiba as coisas mais embaraçosas a meu respeito e ainda assim goste de mim. Quero fins de semana preguiçosos em casa, vendo filme e comendo pizza, e quero noites de bar e cerveja e classic rock. Quero game nights. Quero viagens a dois. Quero foder. Quero me sentir desejada, quero putaria ao pé do ouvido, por sms e e-mail. Por que caralhos dissociar amor de tesão quando se é perfeitamente possível sentir os dois pela mesma pessoa? Beijinho na testa e gozada na cara convivem harmoniosamente, pelo menos na minha imaginação.

Mas mesmo querendo tudo isso, e querendo acreditar do fundo do coração que é possível existir relacionamento assim, outro elemento é somado a equação: o tempo. Tô velha e o tempo tá passando, as amigas tão casando e eu aqui, dando murro em ponta de faca, como dizem. E se relacionamentos amorosos forem só isso que a gente vê por aí? Alguém com quem você vai ficando, vai ficando e, quando vê, tá casado e com filhos, pagando prestação da casa e do carro? E a mesmice e as responsabilidades vão deixando tudo mais chato, mais sem gosto, e o olhar tem aquela opacidade de olhar de bicho de cativeiro.

Provavelmente, nunca vou experimentar nenhum dos dois: nem a sensação de andar nas nuvens dos relacionamentos de filmes românticos, nem a realidade nua e crua dos relacionamentos pé-no-chão. Nem nunca vou entender o que me faz estragar tudo sempre. A Superinteressante já tinha me avisado que filmes românticos estragam nossas vidas, e talvez eles façam mesmo a gente criar expectativas demais e complicar demais o que era pra ser simples. Mas na real? As histórias podem até ser bobinhas e cheias de clichês cafonas, mas as trilhas sonoras são maravilhosas.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Earworm

Tempos atrás, li na Superinteressante (sempre ela, né?) que aquele lance de ficar com uma música na cabeça, repetindo o mesmo trecho all the time, e que a gente simplesmente não consegue evitar se chama "earworm".

O meu earworm dessa semana é uma música do Los Hermanos, banda que eu não gosto. E como a matéria diz que a gente tem que cantar a música pra se livrar do efeito looping, here I go:


Em tempo: a matéria da Super esclarece que o tal fenômeno é como uma "coceira cerebral", mais suscetível em mulheres (não se sabe o motivo), e que músicas repetitivas, com oscilações na voz ou frases marcantes são as mais grudentas. Pra quem quiser, a matéria completa tá aqui.

"...E até quem me vê
lendo jornal
na fila do pão
sabe que eu te encontrei..."

Droga. Maldita coceira.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Heartaches & Rocky Balboa

Botei "Orange Moon" no repeat pra escrever esse post, que é mais um esclarecimento do que qualquer outra coisa. Esclarecimento pra quê ou pra quem, não sei. O blog é meu, porra, eu faço o que eu quiser.

Mas, uns posts atrás, disse que tinha vontade de, ao invés de escrever bosta aqui, escrever sobre os livros que eu leio, motivo pelo qual alguns trechos dos meus livros favoritos tem aparecido aqui ao invés do usual mimimi.

Minha vida tá linda? Tô rycah? Tô amando? Mudei pra Pasárgada? Nenhuma das anteriores. Só decidi fazer do blog algo de útil pra mim. E quando digo "algo de útil" me refiro ao fato de que, na maioria esmagadora das vezes, tô falando de alguém ou pra alguém, o que nunca me trouxe resultado efetivo nenhum (a não ser eu me sentir babaca por falar as coisas, a pessoa ler e falar "legal, viu? cê escreve bem", e...só).

Se tem alguém cujo ego tem que ser inflado nessa porra, esse alguém sou eu.

Sendo assim, meu espaço vai servir pra falar do que me faz bem, e o que me faz mal vai ficar pra trás, do jeito que deve ser.

O melhor é mesmo esquecer, e pra esquecer o melhor é não falar. Na verdade, já não sinto a vontade que sentia antes de vir aqui e escrever my heart out. Sinto vontade, isso sim, de falar de coisas que me interessam, dos livros que eu leio, dos filmes que assisto, das exposições que quero visitar, das matérias da faculdade que eu gosto (e das que odeio)...

...E foi assim, e por isso, que decidi mudar o rumo das postagens, mudar os assuntos, virar o disco.

Quero agradecer ao meu mestre Rocky "The Italian Stallion" Balboa pelos sábios ensinamentos. Se não fossem os conselhos dele, continuaria perdendo tempo com idiotas. Muito obrigada, Rocky.



"Você tem namorado? Não, não tem namorado. Sabe por quê? Porque anda com esses idiotas pelas ruas. Essas companhias não a levarão a lugar algum. São uns trastes. Ande com gente boa, e terá bons amigos. Com gente esperta, e terá amigos espertos. Gente idiota, amigos idiotas. A matemática é simples."

Orange moon

Ainda com a noite como tema - mas com o dia já raiando - vou aproveitar e postar um vídeo de uma música que eu adoro.

Já nem me lembro como foi que a conheci...Mas foi amor ao primeiro play.

A letra é muito bonitinha, a voz da Erykah é linda...E fica esse "som de noite" ao fundo que, à medida que a música vai chegando ao fim, dá lugar ao "som da manhã": cigarras dão lugar aos passarinhos, e o dia amanhece em pouco mais de 7 minutos.



Tal qual minhas noites insônes. =) 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Basílio

Hoje é Dia Nacional do Livro, e eu tava aqui mexendo nos meus. Às vezes tenho vontade de, ao invés de escrever as merdas que escrevo aqui, só transcrever trechos dos meus livros favoritos. Só trechos, só excertos, sem bancar a escritora, nem me meter a criticar/resenhar nada. Bem provável que faça isso em breve.

Aí eu peguei um dos meus livros favoritos hoje, e tirei foto do trecho mais famoso dele, que transcrevo abaixo:


"E Luísa tinha suspirado, tinha beijado o papel devotamente! Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidades, e o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saía delas, como um corpo ressequido que se estira num banho tépido; sentia um acréscimo de estima por si mesma,e parecia-lhe que entrava enfim numa existência superiormente interessante, onde cada hora tinha o seu encanto diferente, cada passo conduzia a um êxtase, e a alma se cobria de um luxo radioso de sensações!"

Falei que esse é o trecho mais famoso dele porque todo mundo já ouviu essa música:


"O Primo Basílio" é um livro cuja história parece manjada demais, mas ainda assim prende a atenção, emociona, envolve, revolta. O Basílio foi o primeiro canalha da minha vida, vai ver por isso esse livro é tão marcante pra mim.

O trecho transcrito acima tá na página 99 do meu livro, que é aquele da coleção que a Folha de São Paulo lançou séculos atrás.


Como esse post é só pro Dia Nacional do Livro não passar em brancas páginas, e eu disse que ia me limitar a transcrever sem opinar, paro por aqui. Não vou (não hoje, pelo menos) dizer o que penso a respeito da heroína do romance, a Luísa, do marido Jorge e do primo-amante-sacana Basílio. Mas é incrível como a história continua atual, se não pelo drama da traição, pelo desfecho trágico dos amores infelizes.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Stuck in a moment

Às vezes, a impressão que tenho é a de que estou presa mesmo: sempre no mesmo lugar, passando pelas mesmas decepções, sofrendo as mesmas perdas, cometendo os mesmos erros...E essa música sempre foi o tapa na cara que me fez pensar a respeito desses momentos e tentar responder à pergunta que não quer calar: "E agora?".

Agora estou na mesma de antes. Minha felicidade durou tão pouco, e as coisas deram errado tão rápido...Não é à toa que, na estaca zero, eu me sinta meio desanimada. Desanimada e perdida. Fiz planos, tava tudo certo, parecia que pela primeira vez as coisas iam sair como eu queria. Parecia. Tudo aconteceu como sempre acontece. And I'm stuck in a moment I can't get out of.

Embora eu prefira o vídeo oficial, vou postar aqui o dueto do Bono com o Mick Jagger (dica da Ana, as usual). Destaque pra letra foda que se encaixa perfeitamente nesses momentos infelizmente tão constantes dessa minha existência medíocre.



I'm not afraid of anything in this world
There's nothing you can throw at me that I haven't already heard
I'm just trying to find a decent melody
A song that I can sing in my own company

I never thought you were a fool
But darling, look at you
You gotta stand up straight, carry your own weight
These tears are going nowhere, baby

You've got to get yourself together
You've got stuck in a moment and now you can't get out of it
Don't say that later will be better now you're stuck in a moment
And you can't get out of it


I will not forsake, the colours that you bring
But the nights you filled with fireworks
They left you with nothing

I am still enchanted by the light you brought to me
I still listen through your ears, and through your eyes I can see

And you are such a fool
To worry like you do
I know it's tough, and you can never get enough
Of what you don't really need now... my oh my


You've got to get yourself together
You've got stuck in a moment and now you can't get out of it
Oh love look at you now
You've got yourself stuck in a moment and now you can't get out of it


I was unconscious, half asleep
The water is warm till you discover how deep...
I wasn't jumping... for me it was a fall
It's a long way down to nothing at all

You've got to get yourself together
You've got stuck in a moment and now you can't get out of it
Don't say that later will be better now
You're stuck in a moment and you can't get out of it

And if the night runs over
And if the day won't last
And if our way should falter
Along the stony pass


And if the night runs over
And if the day won't last
And if your way should falter
Along the stony pass
It's just a moment
This time will pass

Se o Bono e o Mick dizem que vai passar, então vai passar.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Way too damn good

A sensação é ótima, admito. Não me sentia assim há tempos.
E eu nem deveria estar aqui, por mais que a minha felicidadezinha boba queira ficar gritando de madrugada, enquanto faz castelos nas nuvens e ouve músicas animadinhas. Deveria estar dormindo. A partir de hoje, os dias serão cheios, passarão rápido e cansarão muito. Estágios - isso mesmo, no plural - trabalhos da faculdade, matérias e mais matérias pra estudar pras provas...

Mas tô feliz, sabe? Ótimas notícias e ótimas vibes das pessoas que eu gosto. Não aviso à plenos pulmões porque ainda não é oficial, mas aviso aqui e ali, pra quem contribuiu e torceu. Dou a notícia e, logo em seguida, agradeço: pelas dicas, pelo apoio, pela paciência com a estagiária mau humorada cheia de dúvidas. 

Compartilho a alegria das boas notícias pra que compartilhem do meu entusiasmo. Dispenso balde de água fria e realismo-pessimismo-pé-no-chão. É tão pequeno...É bobagem, eu sei que é. Mas ter conseguido foi importante. É IMPORTANTE. Porque me trouxe de volta pros eixos, me fez ter planos de novo, fez com que eu me sentisse bem pra caralho.

E eu que nem gosto de Nickelback (e que deveria estar fazendo um parecer articulado de Direito Civil de, no mínimo, 10 laudas), tô atualizando esse blog bobo enquanto ouço essa música:


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Trabalha, vadia!

Trilha sonora pra correr atrás do que se quer, não importa se é um "hot body", um carrão daora, uns bons drink ou uma mansão. Confesso que esse som da Britney me surpreendeu, me fazendo dançar como não dançava desde "Toxic".

Vi no BuzzFeed que tiveram a ideia sensacional de calcular quanto tempo a gente precisa trabalhar, ganhando salário mínimo, pra conseguir as coisas que a Brit lista na música. Clique aqui e chore porque o mundo é injusto. Mas se a ambição não é tanta e seus objetivos são mais, digamos, pé no chão, aumenta o som e "trabalha, vadia"!


sábado, 21 de setembro de 2013

Fábio Jr. do Hard Rock

Interrompendo a série de posts programados, e ainda sob o efeito do show simplesmente FODA do Bon Jovi no Rock in Rio, aproveito a insônia (que hoje foi por um excelente motivo) pra postar aqui vídeos da minha música favorita - talvez a mais cafona do repertório da banda do Fábio Jr. do rock - que infelizmente não estava no setlist da apresentação de hoje.

Primeiro, a versão anos 80:



Agora a versão 2013:



E, finalmente, a versão hollywoodiana, com Ashton Kutcher e Amanda Peet no filme "A Lot Like Love" (De Repente é Amor):



"Quando você respirar, quero ser o ar pra você", "eu roubaria o Sol do céu pra você", se afogar em lágrimas, e coração sangrando e tudo o mais que faz essa música ser apaixonantemente cafona tá na letra com tradução aqui.

O show da banda essa noite foi muito bom, com direito a fã no palco ganhando selinho e tudo. Tudo bem que era só metade da banda, né, já que o Sambora foi demitido e o Tico Torres teve complicações com a apendicite. Mas  eu curti, e acredito que os fãs que estavam lá também.

Vou esperar as apresentações do John Mayer e do Bruce Springsteen no sábado à noite pra fazer um post só sobre o festival.


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Seis músicas

Ainda no tema "playlists", tive a sorte de conhecer o "Seis Músicas", pelo Catraca Livre. A proposta do site é divulgar playlists feitas pra servirem de trilha pra tudo: pra fazer as unhas, pra lavar louça, pra ouvir no ônibus...Genial.

Escolhi pra embedar aqui a playlist que mais tem a ver comigo no momento. Pois é.


Playlists

Daora fazer playlists.

Decidi que vou começar a postar algumas aqui. Pra quando estiver a fim de compartilhar meu excelente gosto musical, ou pra quando só estiver sem assunto mesmo (ou com preguiça de escrever).

Testando o Virtual DJ e o Mixcloud, fiz minha primeira playlist, e o artista escolhido foi o Jamie Lidell. Não sei se já falei dele aqui...Se já falei, talvez tenha postado vídeo de alguma dessas músicas. Gosto muito do som desse cara.

As playlists inicialmente serão nesse esquema: minhas favoritas de um determinado artista/grupo/disco. Depois penso em playlists temáticas, de artistas/estilos/discos variados. Aceitarei sugestões. Acho.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Advogados/adêvogados & estagiários

Perto de completar 48h sem dormir, a cabeça parece que vai explodir, e eu tentando estudar Direito Processual Civil pra prova da Defensoria domingo.

Hoje na faculdade, um amigo me disse que às vezes se sente como se não soubesse nada. "Sei como é, acredite". Porque sei mesmo. Repassando a matéria agora à noite (era noite quando eu tava repassando), passei por um monte de tópicos que, na boa?, nem lembrava que já tinham sido tratados em sala de aula. "Lembrava" é modo de falar, já que falto demais e, certamente, esse é o motivo pelo qual não lembro.

Só sei que coisas que já deveria ter aprendido e coisas que ainda não aprendi vão ter que entrar na minha cabeça até as 9h do domingo. Quero muito esse estágio na Defensoria.

De resto, same old, same old. Pessoas me decepcionam, brigo, excluo contatos e vida que segue. Minha lista de profiles bloqueados no Facebook só cresce. Me candidatei à uma vaga de estágio pelo CIEE. A vaga dizia que o escritório fica em Mogi, mas quando liguei, soube que fica em Ferraz de Vasconcelos. De início, achei uma boa: bolsa-auxilio ok, razoavelmente perto de casa...Mas quando liguei, o pouco caso de quem me atendeu me desmotivou. Foi meio "Cetesb" all over again. Eu ia lá só pra brigar com a tal mulher, mas tô com preguiça das pessoas. Prefiro estudar Processo Civil.

Aliás, isso é algo que me incomoda já faz um tempo: esse lance de profissional tratar estagiário como débil mental, irresponsável, palerma. Como se estivesse te fazendo um favor ao te dar o trampo. E infelizmente, isso se vê em tudo o que é área, não é só no Direito. Eu, balzaca, segunda graduação, já trampei em tudo o que é canto, já passei por um monte de coisa...Mas tem limite. Você vê uma vaga bacana, vai se candidatar, mas é só pra "estudantes de faculdades de 1ª linha", ou seja, PUC, Mack, USP. E quando topam te receber, é esse tratamento escroto de quem tá falando com adolescente filhinho de papai inconsequente que só quer a grana do estágio pra torrar nas baladinhas.

Deve ter estagiário assim, não duvido. Mas não dá pra generalizar. Tava lendo uma matéria sobre juventude e o mercado de trabalho, da CartaCapital, ou "Carta na Escola" (nem sabia dessa "Carta na Escola"). Um pesquisador saiu entrevistando jovens pra tese de Doutorado dele, pra saber qual o resultado desse lance de investir nos estudos pra ter trampos bons. Balela. Não tem mais aquela coisa de "estudar pra ser alguém na vida". Eis a conclusão do pesquisador José Humberto da Silva: “Não quero, com a pesquisa, inferir que a educação não seja um diferencial para inserção profissional. É muito importante sim. Porém, mais do que um problema de qualificação, o desemprego é um problema político e econômico". Claro, estudar é importante, conhecimento nunca é demais. Lindo. Mas só estudar não te garante o trampo dos sonhos.

E aí a matéria acaba com o que eu tava falando:
"Silva acredita que o pensamento que estabelece uma relação direta entre escolarização e ascensão profissional coloca sobre o jovem toda a responsabilidade do desemprego. 'Nos últimos anos o número de jovens cursando o Ensino Superior cresceu significativamente, mas outras formas de exclusão apareceram. Se antes o jovem era rejeitado porque não tinha Ensino Superior, hoje é porque o cursa em uma faculdade considerada ‘menor’, menos qualificada', aponta." (grifo meu)
Por isso que você vai, se candidata à vaga, e é tratado(a) feito otário(a). Não me troco por 10 PUCânus ou 10 Wackenzistas, e continuo acreditando no meu discurso de que não é a faculdade que faz você, e sim o contrário. Fulano pode estudar na PUC e ser um boçal, enquanto outro pode estudar numa faculdade "menos qualificada" e ser brilhante. Mas é foda passar por situações desse tipo, e vai ficando mais foda a medida que você sai arrumando briga por aí, como eu arrumei com a Fundap por causa do modo como fui tratada na Cetesb quando tentei estagiar lá (mas falo disso aqui outro dia).

Comecei a tocar nesse assunto, que também era pra ser abordado noutra ocasião, porque uma amiga estagiária me procurou PUTA logo cedo. Começamos no chat do Facebook e terminamos no WeChat (que ela me fez instalar no meu tablet só pra continuar a conversa-desabafo). E a reclamação era justamente nesse sentido: profissional que encara  estagiário como mongolóide. A advogada (ou adêvogada, como meu professor de Direito Processual Civil gosta de chamar advogados sem noção) começou a tirar sarro da cara dela por causa de uma informação errada num andamento processual. Detalhe: quem passou o nº errado do processo, pra começo de conversa, foi a própria adêvogada. Mas isso, claaaaaro, ela omitiu pra ficar mais daora rir da cara do estagiário trouxa que ganha uma miséria e se fode pra fazer o trampo direito.

É como se a pessoa, depois de formada, esquecesse que passou pelas mesmas coisas. Ela virou adêvogada e pronto: não comete mais erros. É tudo culpa do estagiotário. Escrota demais. O que nos consola (pouco) é tirar sarro deles pelas costas quando eles cometem erros grosseiros. Ah, se eles soubessem o que a gente fala deles...Impera a máxima do "a gente ganha pouco mas se diverte". Acho digno.

Advogados e adêvogados são uma espécie peculiar, diga-se. Outro dia, pesquisando sobre o porquê de advogado ter título de doutor sem doutorado, fui parar num fórum de discussão de juristas. Eles discutiam justamente o uso do título. Cara, tem que ver o nível da treta, fiquei pasma. "Com a devida vênia, caro causídico..." e coisas do tipo. A discussão tomou proporções absurdas, em se tratando de um tema tão...bobo. Afinal, você não vai ser menos jurista, não vai manjar menos de Direito se não te chamarem de "dotô". Esse artigo da Eliane Brum trata do assunto e explica porque advogado, mesmo quando é adêvogado, é chamado de doutor, além do motivo pelo qual ela, e muita gente por aí, se recusa a chamá-los assim. Mas esse era outro assunto pra ser tratado aqui quando eu estivesse menos chata.

Só sei que nada sei tenho tentado evitar não só decepções, mas também polêmicas. Tédio, tédio. Certos assuntos, certas pessoas simplesmente não valem a pena. Prefiro, sei lá, ler minhas besteiras, escrever minhas besteiras, estudar (pouco) e ouvir música. Hoje, por exemplo, tô com essa na cabeça. Tocou na minha volta pra casa ontem (já duas noites que cochilo bem no meu trecho favorito das luzes de grande-coisa-Jundiapeba, damn!) e gosto muito dela. Eu parecia a gordinha do clipe quando era criança, e costumavam rir de mim também. Ainda riem. Estagiária, né...


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Polêmicas, poesia & música do Diabo

Revisitando clássicos, revendo conceitos, relendo cartas que escrevi sem nunca ter pretendido mandar pra quem nem sei mais por onde anda.

Vinho barato e Jorge Luis Borges, entre polêmicas internéticas e episódios de "a vida como ela deveria ser" direto do meu Facebook (todo mundo é tão apaixonado e politicamente engajado e feliz e educado e culto no Facebook). Entre um poema e outro, um copo e outro, fico tentando entender o que tem de tão alarmante no selinho que o jogador de futebol trocou com a médica cubana que posou na Playboy sem se depilar porque era contra o Revalida. É isso, produção?


What a shame, what a shame (depois me perguntam por que não insisti no jornalismo...).


Quando pentelhos e cus e xenofobia ocupam tanto espaço no noticiário e nas redes sociais, você percebe que na verdade não tá perdendo muito.

E estudar? Até tento, mas a memória não ajuda. Quando procuro e acho as leis nº 11.340/06 e nº 11.343/06, minutos depois já não sei qual é a Maria da Penha e qual é a dos Tóxicos. Tenho duas provas de concurso pra estagiário: Defensoria e TRT: alea jacta est. Afinal, eu manjo dos paranauê jurídico pero no mucho.

Aí fico pensando que talvez eu leia demais. Schopenhauer diz que ler muito é que nem usar peruca: é adornar a cabeça com cabelo alheio. Você não pensa, você não cria. Tudo o que você tem na cabeça foi o que outra pessoa pensou e criou antes de você. Isso é mais polêmico que pentelho e cu, vai. Você, que é conhecida por ler pra caralho, ter livro pra caralho, dar de cara com um autor um dia, num pocket book que você comprou não lembra nem quando, dizendo "leia menos, filha da puta! bota essa cabeça pra pensar!". E a neura de emburrecer, como o Schop fala que a gente emburrece se lê muito? Já ia meter outra citação das trocentas mil que eu sei. Tá vendo?! Schop tem razão! Uso peruca! Sou tipo a Elke Maravilha, de tanto cabelo alheio diferente que eu tenho!



E o Norman Mailer aqui me esperando há séculos. Ninguém mandou ficar enfeitando tanto, dizendo o quanto a Marilyn era o doce anjo do sexo que ele e todos os homens heterossexuais estadunidenses queriam ter comido. Fora as conjecturas. Mailer e seus "talvez". Me irritou, deixei na bolsa, trombei com o Jorge Luis Borges um dia nas estantes empoeiradas da biblioteca da UMC e...Agora ele tá aqui na minha cama, me dizendo coisas bonitas.



Tenho essa teoria sobre livros e filmes e músicas & afins: tem momento certo pra conhecer. Às vezes, a gente vai acabar se deparando com um livro chato, um filme maçante, uma música que causa estranheza. Mas deixa, vai ver era a gente que ainda não tava pronto pra conhecer. Tempos depois, é só tentar de novo. Se continuar chato e maçante e estranho é porque é bosta mesmo.

Sempre tinha ouvido falar de Borges, mas nunca fui atrás pra ler algo dele. Lia matérias sobre Buenos Aires, cidade que quero muito conhecer um dia, e lugares que ele frequentava, com o lugar dele lá guardado ainda, e fotos dele nas paredes. Uma citação aqui, outra ali, e só. Até que um dia, tô na  faculdade com as entranhas em chamas de tanto ódio, e com fome, e sem dormir. Não posso voltar pra casa porque tenho que pegar o contrato de estágio assinado pela faculdade e levar pro outro lado da cidade, pra entregar na porra da empresa. Não era nem 11h da manhã, mas só iam me devolver o contrato assinado depois das 13h. Daria um rolê no shopping, mas não tinha dinheiro. Fui pra biblioteca, pras estantes onde estudantes de Direito não vão: "ficção". Mario Vargas Llosa, hoje não. Gabo, já li tudo. Jorge Luis Borges, "Obra Completa". Dois volumes de mais de 700 páginas cada. E foi assim que nos conhecemos.

Folheando, caí numa crônica sobre sonhos. Ele falava de um violinista italiano fodão (Giuseppe Tartini, thanks Google) que compôs uma de suas obras mais famosas porque sonhou com a melodia. Na verdade, ele conta que sonhou que o Diabo era escravo dele e tocava essa música. Acordou e compôs "Il Trillo del Diavolo". 


Foi o suficiente pra que eu me dedicasse à leitura do livro até as 13h, como quem conhece um amante em potencial e conversa e ri e se dá tão bem logo de cara que não consegue se despedir. Na volta às aulas (dias depois, já que voltei às aulas só semana passada), a primeira coisa que fiz foi voltar à biblioteca, devolver os livros de Direito Constitucional e pegar o "Obras Completas". As crônicas pelas quais me apaixonei estão no volume 2, mas peguei o volume 1 pro caso de amor durar mais.

O tempo virou, o bolo de chocolate acabou, o dia amanheceu. Hora de tentar dormir.

Antes de dormir, vou ler a Lei dos Tóxicos da alienação parental da Maria da Penha de San José da Costa Rica. Mas vou ouvir o Diabo e reler meu poema favorito do Borges porque esse post era pra isso.

AUSÊNCIA

Hei de levantar a vasta vida
que ainda agora é teu espelho:
cada manhã hei de reconstituí-la.
Desde que te afastaste,
quantos lugares se tornaram vãos
e sem sentido, iguais
a luzes no dia.
Tardes que foram nicho de tua imagem,
músicas em que sempre me aguardavas,
palavras daquele tempo,
eu terei que quebrá-las com minhas mãos.
Em que ribanceira esconderei minha alma
para que não veja tua ausência
que como um sol terrível, sem ocaso,
brilha definitiva e desapiedada?
Tua ausência me rodeia
como a corda à garganta.
O mar no qual se afunda.


Porra, Borges...


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Claude Debussy

Em homenagem ao 151º aniversário do compositor Claude Debussy, o Google fez um dos seus sempre maravilhosos doodles, usando, claro, Claire de Lune, uma das músicas mais lindas que já ouvi na vida.


E só pra curtir todo o som, o vídeo de Claire de Lune. ♥




Na real, não posso falar de doodle do Google aqui sem citar o melhor de todos: o do 65º aniversário do Freddie Mercury. Pra ver várias vezes e cantar junto, só clicar aqui.
 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Acabou

"Ao invés de sofrer, de chorar
Eu resolvi me esvaziar

Saia daqui, não me obrigue a querer discutir
Ao invés de mentir, de enganar
Eu proferi meu blábláblá
Não quis ouvir
Ó eu de novo a querer repetir

Acabou, acabou
Perdemos tempo, é isso aí!
Não deu em nada, é isso aí!
Que coisa horrível, é isso aí!


Ao invés de grunhir, de agir
Eu fui dormir, fui relaxar
Não te agredi, não te obriguei a assistir o Didi
Ao invés de quebrar, de melar
Eu resolvi me adaptar
Finalmente o fim
Agonias pra longe de mim


Acabou, acabou, acabou
Perdemos tempo, é isso aí!
Não deu em nada, é isso aí!
Que coisa horrível, é isso aí!"


Quem diria que um dia uma música do Zéu Brito serviria de trilha prum momento da minha vida...

quarta-feira, 7 de agosto de 2013